domingo, 28 de junho de 2009

SEgredo


Depois cruzei-me contigo, mas só vi o pó denso da madeira.
DesmaterializAÇÃO.

Não quiz que me soubesses DESESPERADA por te ter aqui, mas guardava a eperança de o ver naquele fio de luz que trespassava o vidro da janela.
Dos sabores esquisitos destes beijos . Das incontornáveis razões para ser.
Assim.

Talvez possamos, mas agora não.
Talvez rir.
Fins de tarde... pendurados.
O embaralhamento das ideias que faz criAR

Como hei-de contar-te este segredo?

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